
A História
Bem-vindo ao Brasil Desvendado. Aqui, pode encontrar fatos, historias e curiosidades sobre o maior país da América do Sul!
1500 – A costa avistada
A 22 de Abril de 1500, treze caravelas portuguesas ancoram ao largo do que hoje é Porto Seguro. Pedro Álvares Cabral envia um relatório a D. Manuel I: “terra de muito pau-brasil”. O Tratado de Tordesilhas já traçara a linha 370 léguas a oeste de Cabo Verde; o Brasil fica do lado português. Os tupiniquins observam de longe. Em trinta anos, a coroa concede quinze capitanias hereditárias. Só duas vingam: Pernambuco e São Vicente.

1630 – Os holandeses no Recife
Maurício de Nassau governa Pernambuco entre 1637 e 1644. Constrói pontes, observatórios, o primeiro jardim botânico das Américas. A sinagoga Kahal Zur Israel é inaugurada – a mais antiga do continente. Em 1654, os luso-brasileiros reconquistam o território. Nassau parte, mas deixa mapas que ainda hoje orientam arqueólogos.


Outros Factos
1808 – A corte no exílio
A 29 de Novembro, a família real portuguesa aporta no Rio com 15 mil pessoas. D. João VI abre os portos ao comércio britânico, funda o Banco do Brasil e a Imprensa Régia. Pela primeira vez, uma colónia europeia torna-se sede de império. Em 1815, o Brasil é elevado a reino unido.
1888 – A abolição tardia
A 13 de Maio, a princesa Isabel assina a Lei Áurea. O Brasil é o último país independente das Américas a abolir a escravatura. 723 mil pessoas ganham a liberdade formal; nenhuma recebe terra ou indemnização. Um ano depois, marechais e fazendeiros derrubam a monarquia.
1930 – O café cai, Vargas sobe
A 3 de Outubro, revolução eclode em Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife. A 24 de Outubro, Getúlio Vargas assume o governo provisório. Em 1937, outorga a Constituição do Estado Novo. Em 1942, declara guerra ao Eixo. Em 1945, é deposto pelos mesmos generais que o apoiaram.
1960 – Brasília no planalto
A 21 de Abril, Juscelino Kubitschek inaugura a nova capital. 41 meses de obra, 60 mil operários, plano piloto de Lúcio Costa e edifícios de Oscar Niemeyer. O custo: 1,5 % do PIB nacional. O objetivo: interiorizar o desenvolvimento.
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